sábado, 13 de agosto de 2011



Em todos os anos há comemoração pela queda do muro de Berlim.
Eu quero saber quando é que haverá comemoração pela queda dos muros, que causam as desigualdades sociais.

domingo, 24 de julho de 2011

TALVEZ




Talvez eu negue que amo,
Mentindo para todos e eu mesmo
Confundindo membros e cérebro,
Prendendo Termos e coração.


Talvez eu seja mesmo diferente:
Surdamente fingindo de ouvinte;
Calando a boca para responder;
Escrevendo versos contidos de dúvidas.


Talvez um amanhã apareça,
E sem a certeza do que virá,
Talvez seja diferente de hoje.


Talvez apaguem o que eu tenho redigido,
Mas precisarão de muito mais
Para apagarem o que eu tenho sentido.


(Jefferson Santana. Cantos e Desencantos de um Guerreiro)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Dia 09/07, Sábado tem Cantos e desencantos de um Guerreiro em São Caetano

Nesse Sábado participarei da Feira da Diversidade Cultural em São Caetano do Sul relançando o livro Cantos e Desencantos de um Guerreiro.

A partir das 13 horas no Centro de Referência da Juventude de São Caetano - Rua Serafim Constantino, s/n. Centro - Piso Superior do Módulo 2 do Terminal Rodoviário Nicolau Delic.

Entrada franca

sábado, 2 de julho de 2011

Meu coração não dói

A dor
É um tipo de sentir passageiro
Que quase sempre permanece por alguns instantes.

O sofrimento
É uma guerra eterna
Com batalhas ganhas e perdidas.

Meu coração já conquistou a honra de soldado!


(Jefferson Santana, In Cantos e desencantos de um guerreiro)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Sábado tem Cantos e Desencantos de um Guerreiro no Sarau Palmarino

Neste Sábado 25/06 à partir das 20hs tem relançamento do meu livro Cantos e Desencantos de um Guerreiro no Sarau Palmarino.

Quem quiser conhecer meu trabalho e/ou fortalecer a corrente do Círculo Palmarino é só chegar!


Local: Rua Campos Sales, 43, Jd. Presidente Kennedy, Embu-SP
Informações: (11) 4782-2869, e-mail: circulopalmarinosp@gmail.com

Meu email: jefferson_3012@yahoo.com.br

domingo, 12 de junho de 2011


Amor é o tesouro que podemos distribuir
Sem nada perder.

(Jefferson Santana)

sábado, 4 de junho de 2011


Minha poesia é como uma rosa,
aparentemente delicada,
porém, pronta para cutucar os mais desavisados.

(Jefferson Santana)

sábado, 14 de maio de 2011

Poema inédito:

DO NADA PARA LUGAR NENHUM

Qual a origens dos nossos
Problemas,
O sustento das nossas fraquezas,
As pontadas de nossas feridas?

Que inteligência
Nos fez, a partir da nudez
Até a derradeira escassez?

Começamos do nada,
Continuamos no nada,
Prosseguimos a jornada
E, talvez acabemos no nada.

A natureza no início para nascer...
A força humana crescer, usufruir,
Ambicionar um pouco mais para desenvolver...
Até bem próximo de se destruir.

A física das coisas:
Toda força forçada gera força contrária.

Com todas as forças e mais teimosia,
Criam-se as forças e as demais forcas.

As nossas desesperanças
Aliadas as outras desesperanças
Formam novas desesperanças.

Desesperança não é nem a primeira,
Tampouco a última que morre,
Porque é a primeira que se concretiza.

(Jefferson Santana)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

ENTRE ANDANÇAS E PARADAS

Existem homens que neste mundo andam
E outros tantos que desvanecem,
Independente dos diversos destinos
As passadas são sempre desejadas.

Às vezes, de fato não entendo,
Porque alguns não param
E outros não saem do lugar,
Se até o tempo conforta estados diferentes:
O dia que transita para a noite
E no curso previsto pela natureza
Depois se amanhece novamente;
Se quando chega o verão
A luz que ilumina muito quente
Cede tempo pra que nuvens dispersem água
Até jorrar a manisfestação inteira.
Depois é que o sol retorna ao seu trono.

Ah, mas este mundo!
Este mundo: um globo com extremos
Onde o tempo sem pre invariável
Não permite fuga do inverno.
Os extremos são verdadeiros pesadelos.

E que triste eu escrevo estes versos
Nesta longa estrada
Procurando o sentido Alegrias.
Apesar de um constante desespero,
Não posso perder a vontade de andar.

Em: Cantos e desencantos de um Guerreiro

sábado, 2 de abril de 2011

Eu queria ter duas vozes,
uma para cantar
e outra para berrar.
Porém, neste momento
tenho somente este fragmento.